Aqui se tem inicio a uma das mais empolgantes sagas já traçadas nas bandas desenhadas.
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Passageiros Do Vento - Tomo 1 - A Rapariga No Tombadilho * Isabeau, a rapariga do título, narra ao marujo bretão Hoel, os fatos que a levaram, junto da assustada Agnes, a bordo do “Foudroyant”, um excepcional navio de guerra francês. Nesta edição, a Isa já demonstra uma personalidade inesquecível, daquelas impossíveis de serem dobradas, mesmo para uma mulher no conservador século XVIII. * *
* "Recolhidos pelos ingleses no Mar das Xaraibas após os eventos no album precedente, Isa, Hoel e o major Michel de Saint-Quetin desembarcam em Portsmouth.
A rapariga, cuja não beligerância não pode ser contestada pelas autoridades britânicas, é rapidamente libertada. Obtém uma autorização de estadia e torna-se, ainda, professora de francês de Mary Hereford.
Mas, infelizmente, o mesmo não acontece aos seus dois companheiros, que são mandados reunir-se às cercas de novecentos prisioneiros de guerra que apodrecem entre as tábuas dum pontão sinistro, ancorado pela "Pérfida Albion" num lodaçal ao largo de Chatam...
...É Quinta-Feira, Sétimo Dia de Setembro de 1770...
Passageiros Do Vento - Tomo 5 - Ébano * * Passageiros do Vento joga o leitor de um lado pro outro, evocando temas como traição, violência, romance, ação, injustiças, escravidão, morte, guerra, choque entre civilizações e muito mais. Mesclando personagens cativantes a fatos históricos, que por isso mesmo torna a narrativa infinitamente mais cruel ou tensa que qualquer ficção possa a vir ser. Bem vindos a bordo
CONTRASTES é uma grata surpresa para quem conhece a dupla Berardi & apenas por Milazzo apenas por Ken Parker. O texto sempre inteligente de Berardi ganha vida, mais uma vez, através do traço (e meio-tom) primoroso de Milazzo. Em A Conquista do México, o roteirista dá-se ao luxo de abrir mão do uso dos tradicionais balões... Milazzo entende o recado e supre essa "falta" com uma narrativa perfeita. Em O Hino, a inigualável graça de Oliver Hardy e Stan Laurel, os imortais Gordo e Magro, é transportada para o papel deixando no ar um quê de saudade. A ironia ferina (curta e realista) de A Sombra Chinesa, a "pantomima animada" de Superfly, fechando com chave de ouro, Triiiim, uma pequena amostra de sensualidade em quadrinhos, transformando o leitor em voyer. Por tudo isso (e muito, muito mais), CONTRASTES é uma obra digna de ocupar um lugar especial na estante não só dos fãs de quadrinhos, mas de todos os que sabem apreciar uma arte verdadeira. Primaggio Mantovi (texto retirado da quarta capa)
"Esta Durou, Diz-se, Cem Anos... Nada a distinguiu verdadeiramente daquelas que a precederam, nem das que se lhe seguiram... Como o gelo e a peste, a guerra abata-se sobre os campos quando menos se espera. De preferência, quando o vinho está na adega e as jovens são belas.
São três sereias irmãs, e que três só uma fazem. Esta é a vida, aquela a morte e a mais nova foi-se da vida à morte, e da morte à vida passou...
São três cavaleiros ao encontro dos quais as três vão. Trevas é o rosto do primeiro. Ausência é do segundo. Doblez o do terceiro, pois verdade é que ele está em todas as coisas, assim como o seu contrário.
São três sereias irmãs, e três grandes cavaleiros. Quem caminha à sua sombra pra má-morte se encaminha.”
Retirado das páginas iniciais de “Os Companheiros Do Crepúsculo” de François Bourgeon
* * O último volume se sobrai, por realçar, com um realismo extremo, o Século XIV, a pior época e lugar para uma mulher viver. O Final é no mínimo espectacular, e faz jus ao título da série, tanto que tive de me conter muito para não postar a imagem do destino de um dos três cavaleiros.
Se há artistas que podem ser chamados de visionários, George Herriman é um deles. Suas tiras, quase centenárias, ainda mostram um fôlego invejável nós dias atuais. As qualidades das tiras de Krazy Kat só se rivalizam a sua estória editorial, cheia de altos e baixos; incompreendidas por muitos, aclamadas por poucos, entre estes poucos, figuras como Enerst Hemingway (e sua gang, a chamada “Geração Perdida”), Salvador Dali e o próprio W.R. Hearst (dono do jornal que era a casa das tiras de Krazy Kat). Entre os detratores tinham os próprios editores do jornal.
As gags de costumes podem ser resumidas no mais estranho triângulo amoroso dos quadrinhos: O guarda Pupp (o cão) ama a(o) gata(o) Krazy Kat que por sua vez ama o rato Ignatz, que lhe corresponde através de tijoladas, que, de certa modo, é uma forma de esconder seus reais sentimentos ante a figura andrógina de Krazy Kat. E por este motivo é alvo do rancor (e ciúmes) do guarda Pupp.
Os cenários e coadjuvantes também não deixam barato e num traço simples são um show à parte.
Abaixo um pusta video em 3D que faz just as tiras:
Jeffrey Brown faz da parte da nova leva de autores independentes (ou indie, como queiram) que surgiram nos últimos anos. Apresenta um humor peculiar e é tido como um especialista em descrever relacionamentos sem parecer piegas ou “ficcionais demais”.
Dying Time: Jeff a fez uma média de 150 cópias, e, uma vez que não poderia comercializá-la, por causa dos direitos autorais, as distribui entre amigos e fans (não antes de enviar uma cópia para redação do Homem Aranha e Capitão América). Em uma entrevista, Jeff diz que a idéia veio após assistir o filme Extermínio e disse que a premissa era tão simples e legal que não acredita como não tenham feito antes (foi escrita e desenhada em 2004), e que se tivesse oportunidade expandiria a estória por mais de cento e tantas páginas, focada principalmente, no relacionamento entre Kitty e Logan e os outros X - Mens.
p.s.: tradução, adaptação livre e diagramação feita, no foda pacas, paintbrush (o melhor programa de todos os tempos).
Não houve revisão e só consultei o father of the donkeys pouca vezes, então quem se interessar pelo original em inglês segue o link: http://dyingtime.googlepages.com/
Se existe um motivo muito bom para fazer scan, Tank Girl (e claro, a Revista Animal) seria este motivo. A Arte enxagerada de Jamie Hewlett aliado aos roteiros insanos de Alan Martin garantem a diversão... Por volta do ano de 1991 Tank Girl passou por cima de quem quer que fosse que tivesse o infeliz azar de cruzar seu caminho nas páginas da ANIMAL (para quem não sabe:revista que vinha de brinde com o fanzine MAU); sejam cangurus mutantes, ninjas, Deus ou diabo a quatro, ninguém ficava a salva da peste, nem mesmo seu Autor,com o qual volta e meia caia em discussão.
Nos links abaixo, segue uma compilação das estórias da Tank Girl na Revista Animal e a quadrinização do (bem fraco por sinal) filme:
"A experiência me ensinou que é preciso vestir-se com elegância. Todo assassino que se preze deve andar com os sapatos bem engraxados. É preciso ser ou não ser, como dizia aquele inglês maluco. Gravata e camisa de seda, terno sob medida, roupas de baixo com as iniciais, é preciso pensar em tudo. É a vida. Nunca esquecer a gorjeta. É fundamental. Sempre dar gorjeta, mesmo aos engraxates. Principalmente aos engraxates. E disso posso falar com conhecimento de causa. Comecei como engraxate no submundo de Nova Yorque. Os tempos eram outros, naturalmente.”
Luca Torelli, vulgo Torpedo
O mais canalha dos personagens que já apareceu nos quadrinhos e talvez na ficção em geral, Luca Torelli, vulgo Torpedo, é a prova de que os fins justificam os meios. “Um pistoleiro profissional da pior espécie, frio, lúgubre, sem piedade, corpo esguio, rosto macilento, gestos indolentes e seguros que não gosta de grandes discursos, que acredita que tudo tem um preço, tanto o amor como a morte.”
Anos 30: Proibido para herois
Apesar de ter sido anteriormente publicado em álbuns solos pela Editora Martins Fontes e na extinta Revista Mosquito, foi na também extinta ANIMAL que o gangster teve “uma alinhada cronológica em cores” em sua ficha policial em terras tupiniquins.
LINKS PARA DOWNLOAD: Clique no titúlo ou na capa para baixar
Criação do genial Sanchez Abuli teve vida curta no traço do legendário Alex Toth (não conhece? putz) que achava o personagem extremamente violento e desumano, assim, foi “adotado” pelo alucinado Jordi Bernet, que inclusive foi associado, erroneamente, como criador ou co-criador e este equivoco acabou provocando aquilo que toda a máfia ou a policia da grande maçã conseguiu: parar definitivamente o gângster.
No inicio dos anos oitenta, Clemente, Vocalista Dos Inocentes, já declarava que: “Nós estamos aqui para revolucionar a música popular brasileira, pintar de negro a asa branca, atrasar o trem das onze, pisar sobre as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer”
Para não dizer que não falei de Amélias perdidas, apresetando a menina do tanque e uma ou outra das garotas suicidas:
Uma das minhas maiores inspirações para fazer scans
E claro, o besteirol nosso de cada dia: One more beer, José?
O mais legal Gif que já vi
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Dois anos, vendo agora, mal daria pra postar duas semanas...
Extraido do livro "O Analista de Bagé" de autoria do Luis Fernando Veríssimo, fudidamente interpretado pela trupe do TV Pirata:
O texto do video:
Cinco jogadores em volta de uma mesa. Muita fumaça. Toca a campainha da porta. Um dos jogadores começa a se levantar. Jogador l - Onde é que você vai? Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. Jogador 2 - Bateram na porta. Eu vou abrir. Jogador l - A sua mulher não pode abrir? Jogador 2 - A minha mulher saiu de casa. Levou os filhos e foi pra casa da mãe dela. Jogador l - Sua mulher abandonou você só por causa de um joguinho de pôquer? Jogador 2 - É que nós estamos jogando há duas semanas. Jogador l - E daí? Jogador 2 - Ela disse: "Ou os seus amigos saem, ou eu saio". Jogador l - Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. (A campainha toca outra vez. O dono da casa vai abrir, sob o olhar de suspeita dos outros. É um garoto. O garoto se dirige ao jogador 1.) Garoto - A mãe mandou perguntar se o senhor vai voltar para casa. Jogador l - Quem é a sua mãe? Garoto - Ué. A minha mãe é a sua mulher. Jogador l - Ah. Aquela. Diz que agora eu não posso sair. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. Garoto - Eu trouxe uma merenda para o senhor. Jogador 3 - Epa. O golpe do sanduíche. Mostra! Jogador 5 - Vê se não tem uma seqüência dentro. Jogador l - Não tem nada. Só mortadela. Garoto - A mamãe também mandou pedir dinheiro. (Todos os jogadores cobrem as suas fichas.) Todos - Ninguém dá. Ninguém dá. Jogador l - Diz pra sua mãe que eu estou com um four de ases na mão. Como ninguém vai ser louco de querer ver, esta mesa é minha e nós estamos ricos. Jogador 4 - Se você tem four de ases então tem sete ases no baralho, porque eu tenho trinca. Jogador l - Diz pra sua mãe que o cachorrão falhou. (Toca o telefone. O dono da casa se levanta para atender.) Jogador 3 - Mas o quê? Não se joga mais? Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. (Apesar dos protestos, o dono da casa vai atender o telefone. Volta.) Jogador 2 - Era a mulher do Ramiro dizendo que o nenê já vai nascer. Jogador 4 - Meu filho vai nascer. Tenho que ir lá. Jogador l - Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. Jogador 4 - Mas é o meu filho. Jogador 3 - Você vai pro batizado. Quem é que joga?
Cinco jogadores em volta de uma mesa de pôquer. A fumaça é de três semanas. Batem na porta. Jogador l - Vai abrir a porta, ó mulher! Jogador 2 - Espera aí. Você está gritando com a minha mulher. Quer sair no braço? Todos - Ninguém sai. Ninguém sai. Jogador 2 - Com a minha mulher, grito eu. Vai abrir a porta, ó mulher! (Quem chega é uma senhora que se dirige a um dos jogadores.) Senhora - Vitinho... Jogador 3 - Mamãe... Senhora - Há três semanas que você não sai dessa mesa, Vitinho! Jogador l - Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. Senhora - Eu trouxe uma camisa pra você trocar... Jogador 4 - Epa. Examina a camisa. O golpe da mãe é conhecido. já vi mãe trazer camisa com seqüência fechada. (Vitinho veste a camisa depois de mostrar que não tem nada escondido. O jogador 5 se levanta.) Jogador I - Ninguém sai! Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. Jogador 5 - Mas eu vou ao banheiro. Jogador I - Outra vez? Jogador 5 - A última vez que eu fui faz dois dias! Jogador l - Pois então. Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. Senhora - Vitinho, eu também trouxe um bolo. Jogador l - Epa. Os outros - Epa. Epa. Jogador 2 - já vi muito bolo de mãe com recheio de três valetes. (Abrem o bolo para examinar.) Senhora - Quando é que você vai sair desse jogo, Vítor? Jogador l - Ninguém sai. Só sai a mãe. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. Jogador 2 - Vamos jogar. De quanto é o bolo? Jogador 4 - Não dá pra ver. Tem pedaço de bolo em cima. Jogador l - Agora essa. Tem bolo no bolo. Vocês estão me saindo... Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai.
Cinco homens em volta de uma mesa de pôquer. Não se enxerga quase nada através da fumaça de um mês. Jogador l - Espera um pouquinho. Cadê meu sanduíche? Jogador 2 - Você não tinha jogado o sanduíche? Jogador l - E sanduíche é ficha? Jogador 2 - Estava no meio da mesa e eu peguei. Jogador3 - Esperem. Quem ganhou a última mesa fui eu. O sanduíche é meu. Jogador 4 - Desse jeito nós vamos ficar aqui a vida inteira. Jogador 3 - A vida inteira eu não posso. Jogador 2 - Só por que você está ganhando? Jogador 3 - Em 82 vai ter a Copa do Mundo na televisão e eu vou ver. Jogador l - Ninguém vai. Os outros - Ninguém vai. Ninguém vai. (Toca o telefone. O jogador 3 vai atender. Volta.) Jogador 2 - Quem era? Jogador 3 - Minha mulher. Nossa casa está prendendo fogo. Jogador l - Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. (Entra uma mulher na sala. Dirige-se a um dos jogadores.) Mulher - Preciso de dinheiro. Todos (Tapando as fichas) - Ninguém dá. Ninguém dá. Jogador l - Quem é que deixou essa mulher entrar? Mulher - Como, quem é que deixou entrar? Eu moro aqui. A casa é minha. Se alguém tem que sair, são vocês. Jogador l - Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai. Jogador 3 - O que é isso? Jogador 2 - É a porta. Eu vou abrir. Jogador l - Epa. Os outros - Epa. Epa. Jogador l - Eu conheço o golpe da porta. Vai abrir com um par de nove e volta com um four de damas. Deixa as cartas. (O jogador 2 vai abrir a porta. Volta cercado por três homens.) Jogador 2 - É a polícia. Jogador l - Bota o seis no baralho que vão entrar mais três. Jogador 3 - Não é melhor sair alguém? Jogador l - Ninguém sai. Os outros - Ninguém sai. Ninguém sai.
"Eu que já andei pelos quatro cantos do mundo procurando, foi justamente num site que ELE me falou"
Há dois anos, finalmente encontrei uma religião pura e com a prova incontestável da existência de um ser supremo superior.
Agora não me olharão mais como um ateu sujo e perdido.
um brinde ao grande Flying Spaghetti Monster
para saber mais sobre a igreja do Monstro Do Espaguete Voador acesse o link: http://www.venganza.org/
falando em link, neste http://futureme.org/index.php é possivel passar email´s para você ou outro alguém, porém com a data de entrega no futuro, com data a escolher
Divagando ainda por assunto evangélicos, casa haja um dilúvio ou vc surte e queira dar uma de Noé, saiba que os pioneiros na arte das embarcações foram os vinkings, então caso precise imprima esta página e guarde como manual de instruções:
Os vikings são famosos por construir barcos meticulosos. Eles foram abençoados com uma grande floresta para madeira e depósitos de ferro para os pregos. Mas um barco não se constrói sozinho. Precisa-se de mão-de-obra especializada, da tradicional eficiência técnica scandinava, de uma liderança forte, muita atenção aos detalhes e um bom contrato de custo-beneficio.