segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A arte da "des"cobertura FIQ 2009 - parte sei lá

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Photos mal tiradas marcaram minhas andaças pelo FIQ (maldito flash sem ajuste automático)

Um dos homenageados: Renato Canini






Mais alguns:









Craig Thompson



Pôe na tela: Macanudo
(Nem só de Mafalda vive la Argentina)


O "O Batimá" está sempre presente


Do autor Ping Pong alguma coisa assim...


Salam Aleikum



Entre os convidados do FIQ 2009, um dos que fez mais falta o Jano, justamente por ser uma das grandes referências de HQ (ou BD) do país homenageado: França.
Chargista de primeira, cidadão do mundo e gaitista na horas vagas.
Jano faz parte da mesma “escola” de Angeli, Glauco, Jaime Martin e outros que transpiram rock´n´roll em algumas de suas obras e também é um dos poucos que sabem dar vida a o que retrata, como sua visão do Rio De Janeiro na série Cidade Ilustradas.

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Por areias escaldantes e vilarejos da África mulçumana, Keubla & Kebra se arrumam entre muambas, baganas e trambiques – tudo em nome do “essencial”:
Sexo, drogas e Rock´n´roll!

WALLAYE!

domingo, 18 de outubro de 2009

Matando Zumbis Com Eficiência e Dignidade

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Tommy, Natt Boné, Ringo e Hacken visitam a terra do Tio Romero, com direito a zumbis, cientistas loucos e muito humor negro :

Saindo um pouco da proposta do ``brogui" indo de encontro ao lado trash da Dc Comics:

Hitman de Ennis e McCrea.

Tommy Monaghan, conhecido como Hitman, adquiriu poderes de ler mentes e visão de raios-X à moda antiga: sobreviveu a um ataque de alienígenas em uma da mega chatas sagas do universo DC e decidiu usar estes poderes para incrementar seu ganha pão: Assassino de Aluguel, profissão esta que é afetada pelo seu estranho código de ética que o permite matar quem ele julga "mal".


Tendo sua base de operação e escritório uma mesa cativa no Noonan´s Bar, um imundo e perigoso buteco (com u mesmo) do caldeirão irlandês de Gothan City (lá mesmo), Tommy conta como "aliados" outros assassinos um tanto peculiares:


Natt, seu parceiro de infortúnio na guerra do golfo e sangue bão nas horas vagas;


Ringo, o mais frio matador do grupo e de renome que às vezes parece superar o próprio Hitman; e


Hacken, que nas palavras do Tommy seria uma versão do Pernalonga, porém menos durão.


No scan abaixo foram mesclados as duas edições (4 e 5) nacionais do Brainstorn e os números 13 e 14 que costam no nome do arquivo em scan sã oreferentes a númeração original dos EUA:


Hitman: Noite Zumbi Nos Aquários de Gothan


(Clique aqui para download)




No blog do Vertigem há (provavelmente) todas edições traduzidas e/ou escaneadas que já pareceram na rede, inclusive estas edições acima.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O Último Dos Broncos

Scans dedicado a Renata, que não é uma Amélia, mas se diz uma muiê de verdade...






O autor, num momento de extrema seriedade:




TV Macho, pra macho de verdade, se tiver dúvida, rapa fora, bicha do cacete....


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Nós Vamos Invadir Sua Praia

Um misto de ressaca com gripe me deixou indisposto para escrever algum texto,
então vai masomenos na seca mesmo:

Angeli solta os Skrotinhos numa praia lotada de gado humano implorando pra serem abatidos:

Lembro quando li esta estória, pois ela passou automaticamente a ser uma das que mais gosto.




Nesta "revistinha" tem uma das melhores estórias já feitas sobre o homem morcego.
Lembrando que ela foi escrita na época dos 50 anos do O Batimá.




ANGELI QUE AMAVA TONINHO MENDES QUE AMAVA LAERTE
QUE AMAVA GLAUCO MATOSO QUE AMAVA FURIO LONZA
QUE AMAVA ROBERTO PIVA QUE AMAVA RUMBEM GRILO
QUE AMAVA MARIZA DIAS COSTA QUE AMAVA LAERT SARRUMOR
QUE AMAVA MILTON TRAJANO QUE AMAVA O VISCONDE DA CASA VERDE
QUE AMAVA ALBERTO VILLAS QUE AMAVA MOUZAR BENEDITO QUE
AMAVA REINALDO QUE AMAVA LUIZ GÊ QUE AMAVA FABIO ZIMBRES
QUE AMAVA ED QUE ESTÃO JUNTOS NO JAM.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Dust In The Wind

Noticias sobre a continuação de Passageiros Do Vento de François Bourgeon, até hoje minha hq predileta de todos os tempos.
Surgiu nada mais nada menos, nada mais, que um site oficial.

Com imagens...



Videos...



Sempre que ouço um notícia sobre continuações de certas obras, seja livros, hqs, filmes, etc., da uma ponta de medo da continuação ser áquem, pela primeira vez, no caso do Bourgeon, acho que vem coisa muito boa por aê.
Isa, bem vinda de volta!

Revendo As Estrelas

Meu tempo voltou a quase normalidade, meu primeiro milhão não veio,
mas a partir de hj, como prometido, tentarei fazer um N° de cada Heavy Metal
publicada no Brasil, em desordem númerica, como o número a seguir:




DESTAQUES:

Milo Manara: Rever As Estrelas



Por muitas vezes, salvo exceções, Manara deixa um pouco a desejar quanto aos seus roteiros, mas em Rever As Estrelas ele flerta seus texto com o experimentalismo e sua arte esta mais afiada que nunca, tudo isto para homenagear o mundo do qual ele parece fazer parte: a arte.

Capa original de Rever As Estrelas

Giuseppe Bergman, a contragosto, se torna protetor de uma garota sem nome, que não consegue distinguir a realidade do sonho.
Cada pintura que vê é como um gatilho que a joga na pele da protagonista da cena eternizada por algum celebre artista.
Entretanto ela parece realmente sentir na pele cada situação que encarna e cada vez mais se encaminha para um trágico final.

Manara passeia por inúmeras obras de artes, passando, entre outros, pelo inferno de Dante, Hamlet e até a “Metamorfose de Lúcio, obra o qual iria adaptar algum tempo depois”.






Tipos curiosos como Groucho Marx se fazem de coadjuvantes e ainda resta um último fôlego ao Manara para homenagear seus colegas, como o Pratt e o Pazienza (entre outros).

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Bernet & Abuli
A genial dupla, responsáveis por Torpedo, mostra em menos de 10 páginas o quanto é necessário para dobrar um homem que diz que não tem nada a perder.
Uma pequena obra prima sobre vingança.





Participam ainda desta edição: Boucq, Gimenes, Azpiri, Pahek e outros.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

OESTE SOMBRIO


"Herói para uns, bandido para outros. Por onde passava, as pessoas sussuravam seu nome.
Jonah Hex não tinha amigos, apenas dois companheiros inseparáveis:
a morte e o cheiro acre da fumaça de seu revólver"


Jonah Woodson Hex, foi criado por Tony de Zuniga (desenhos) e Joe Orlando (argumento e supervisão)
para a renomada editora americana DC em 1972 na revista All-Star Western nº 10.
Foi amplamente publicado no Brasil, pela Ebal, Abril, Nova Sampa, pela Ophera Graphica (no estilo ShowCase)
e por último pela Abril de novo (via Vertigo).



A mini série Two Gun Mojo foi originalmente publicado aqui no Brasil pela Vertigo (nas edições números 10 e 11 exatamente).
Nesta história, Jonah Hex enfrenta nada mais nada menos que Wild Bill Hickok numa versão pra lá de bizarro, porém bem apropriada pelo tom das aventuras do Hex. Porém antes deste embate, terá de livrar da forca, de uma turba enlouquecida, índios, zumbis, magos e mais alguns incautos que lhe cruzam o caminho.

Em Oeste Sombrio, o tom que permeia a estória é o mais puro humor negro,
violento e sem pudor e a galeria de coadjuvantes está tão ou mais bizarra que a mini Two Gun Mojo.
Extremamente divertida, em alguns momentos Jonah se vê em uma situação que o deixa mais atuardido do que alguns tiros que já levou em sua longa trajetória editorial.





Em tempo:
Aos poucos vai aparecendo noticias sobre o pretenso filme do Hex,
noticias estas que fazem a produção parecer um filme da ultrasuculenta Megan Fox (que inclusive é uma entusiasta da 9a. arte).
Quanto à adaptações de HQs para cinema: não tou nem aê se o personagem de HQ tem uniforme igual ou não, se usa capa, sei lá o que mais, desde que sua "essência' esteja lá, como o Jackman fez parecer no "1o. Xis Men" e um pouco de semelhança também nunca matou ninguém, mas este cara não parece o Hex...

Cacete, o cara parece um anão com efeito C.G. ao contrário do usado nos Hobbits...

Na TV, Hex apareceu em um dos eps mais fracos da Liga Da justiça Sem Limites e na primeira série animada de Batman, este sim fez um pouco de justiça ao personagem, o apresentando em fim de carreira, com uma proeminente calvíce e mais carrancudo que o costume, tendo até uma pequena semelhança com um outro texano das Hqs: O Santo Dos Assassinos.






La Tormenta, 2020


Fidel castro morreu em 2003. A Florida, liderada por um cartel conservador multi-milionário de famílias de descendentes de imigrantes, se separou de um país que não ressentiu muito em vê-la partir, anexou-se à Cuba e formou o estado Católico Independente de Nueva Florida.

Em 2020, Nueva Florida está menor do que era no início. O aquecimento global elevou os níveis do mar e dos pântanos, erodindo as terras baixas e engolindo as praias turísticas. Aligatores vivem nos bairros alagados das casas de repouso do século 20 que se espalham por Miami.

Os furacões são frequentes e a população vive sob a ameça de La Tormenta - a tempestade - que pode chegar do mar a qualquer momento e destruir suas vidas.

Nueva Florida é uma sociedade semi-feudal. Por trás de um véu de moralidade religiosa, o cartel gorvenante protege uma elite sustentada por uma classe inferior desesperada de trabalhadores semi-escravos para uma economia corrupta e desregrada, que supre as necessidades ilegais do continente.

É neste cenário que (sobre)vive Jack Atlanda, uma detetive particular que se deu mal em Miami 20 anos atrás e nunca mais se recuperou.
A cidade é preguiçosa e estranha, e Jack se sente como se estivesse em casa. Ela vasculha a miséria humana para conseguir dinheiro suficiente para pagar seu aluguel, e manter policiais morais afastados.
Mas Jack tem uma "queda" pelo sexo on-line ilegal, e isso não custa pouco, mesmo no tanque úmido do quarto dos fundo de Claude...



Curiosidade: Jack Atlanta faz um citação a seu pai que praticamente descreve o personagem Alex Woycheck, da historia Visões de 2020: Tesão De Viver.